Ideal/ por Dom Mateus Penteado OSB

IDEAL

Se tens – e acalentas – um ardoroso desejo cuja realização constitui o objetivo supremo de tua vida, um desejo que é a tua maior ambição, pelo qual poderias sacrificar todos os outros desejos, até mesmo aqueles bons e muito intensos, então alegra-te: tens um ideal. Parece-te que o objeto de tal aspiração é inacessível? Não desanimes: é preciso que o seja, para que de fato mereça o nome de ideal. Porque há aqueles que pensam ter um ideal, mas, se este se encontra facilmente ao alcance da mão, se se identifica com as satisfações comezinhas do cotidiano, não se trata realmente de ideal, mas apenas de uma sossegada mediocridade, de uma indevida e deplorável aposentadoria dos mais dignos elãs do ser humano. A tepidez de uma pessoa ou comunidade é repugnante até para Deus: “Não és frio, nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,16). Como diz São João Clímaco († c. 650), “a tibieza e a frouxidão destroem de um golpe toda riqueza”[1]. Resiste, pois, firmemente, à funesta tendência ao acomodamento, não cedas à tentação de uma vida fácil, “pois larga é a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram!” (Mt 7,13). Não te deixes embromar por racionalizações ilusórias: lembra-te que o vício da pusilanimidade costuma apresentar-se à alma travestida de virtude da moderação.

O ideal é sempre uma utopia, um desafio árduo e exigente, que implica riscos e renúncias. Buscá-lo deve ser para ti uma prioridade absoluta – se qualquer atividade ou desejo o ultrapassam, não estás sendo fiel àquele que deveria ser o maior propósito de tua existência. O fracasso, portanto, é mais do que certo. Concentra, pois, tua mente e teus afetos em teu ideal, sem divisões dispersivas, unificando teu coração em um único desejo, caso contrário jamais realizarás o teu desígnio. São Francisco de Sales adverte que “muitos desejos e amores em um só coração são como muitos filhos a sugar um seio só: não podem satisfazer-se todos, e assim aos empurrões uns aos outros, invejosamente, acabam por o esgotar e secar por completo”[2].

Mas atenção! Não obstante um ideal demandar esforço contínuo e dedicado, podes ter diante de teus olhos somente uma meta material, terrena e passageira. Por exemplo, podes ter o ideal de ser rico. Ou famoso. Ou poderoso. Ou, melhor ainda – juntando o útil ao agradável –, rico e famoso e poderoso. Apesar de tudo, se o empreenderes, esse propósito tacanho pode ser considerado um autêntico ideal para ti, uma vez que conserva as características peculiares de um ideal: será a tua ambição mais ardente, será um projeto difícil – estará acima de teu topete – e parecerá inalcançável, por superar as tuas capacidades. Sim, inalcançável, porque, se, finalmente, sobrepujando todos os obstáculos, granjeares uma grande fortuna e te tornares poderoso e uma “celebridade” global, considerarás isso insuficiente e cobiçarás sempre mais e mais dinheiro, poder e fama. Claro, antes de te engajares nessa labuta, é bastante recomendável e prudente refletir: a despeito de sua aparência cintilante, esse ideal é assaz efêmero e, em última instância, não te saciará, pois “não dura muito o homem rico e poderoso: é semelhante ao gado gordo que se abate” (Sl 48,13.21); “De fato, que adianta a alguém ganhar o mundo inteiro, se perde a própria vida? Ou o que poderá alguém dar em troca da própria vida?” (Mt 16,26).

Decerto um ideal pode ser bem menos rasteiro do que essa materialidade tosca e fútil. Assim, podes fazer do conhecimento o teu grande ideal. Efetivamente, há cientistas que, sem crerem em Deus, declaram sinceramente que a minuciosa e metódica investigação do funcionamento do universo e dos seres vivos é a sua “religião”, e que na contemplação do micro e do macrocosmo experimentam uma “mística” que lhes plenifica espiritualmente. O prestigiado físico brasileiro Marcelo Gleiser – um agnóstico – reconhece com simplicidade: “A ideia de dedicar minha vida ao estudo dessas ‘grandes questões’ tornou-se uma obsessão. Inspirado pelo ‘sentimento cósmico-religioso’ de Einstein, decidi seguir esse caminho”[3].

Ou podes ainda estabelecer para ti um ideal extremamente altruísta, como o devotamento abnegado e carinhoso à educação, à saúde e à dispensação da justiça, principalmente em benefício dos pobres e necessitados – em suma, o insigne ideal de colaborar para tornar mais aprazível e belo este mundo tão desfigurado e embrutecido pelo mal, físico e moral.

Se professas a fé cristã, porém, não deves contentar-te com um ideal de horizonte meramente terreno, por mais sublime que seja: “Eu levanto os meus olhos para Vós, que habitais nos altos céus” (Sl 122,1). Com efeito, a Sagrada Escritura ordena: “Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está entronizado à direita de Deus; cuidai das coisas do alto, não do que é da terra” (Cl 3,1-2). É essa, precisamente, a exortação do Papa São Leão Magno († 461): “Os desejos terrenos não deprimam os espíritos chamados para o alto. Não ocupem as coisas perecíveis os predestinados à eternidade”[4]. Na Liturgia eucarística o sacerdote conclama, dizendo: “Corações ao alto!”, e tu respondes em uníssono com toda a assembleia: “O nosso coração está em Deus!”. Isto porque, pela graça batismal, vives já agora, no tempo, neste mundo passageiro, as realidades celestes e eternas. Em outra pregação proferida no dia da Ascensão do Senhor, o mesmo Papa São Leão ensinava: “Hoje não só fomos firmados como possuidores do paraíso, mas até penetramos com Cristo no mais alto dos céus, tendo obtido, pela inefável graça de Cristo, muito mais do que perdêramos por inveja do diabo”[5]. Tal maravilha se realiza especialmente na celebração litúrgica, “cume e fonte”[6] da vida cristã, uma vez que “na Liturgia terrena, antegozando, participamos da Liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos”[7]. Mormente na Santa Missa o Céu desce sobre o altar e vem até a comunidade reunida – e, suave e poderosamente, penetra também o teu corpo e a tua alma: em tuas veias corre o preciosíssimo Sangue de Cristo! Concomitantemente, unida ao seu Esposo, a Igreja inteira sobe ao Céu. Recebes em comunhão aquele mesmo Corpo que foi oferecido no Calvário, mas que igualmente está glorioso à direita do Pai.

Deves, pois, buscar obter para sempre aquilo que já recebeste em sacramento. Por conseguinte, nada menos do que o Céu deve ser o teu ideal! Ou seja, tudo o que o Céu significa: o Deus Uno e Trino, a santidade, a participação da vida divina (cf. 2Pd 1,4), a comunhão de amor com todos os eleitos, a eternidade feliz, na certeza de que “o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu” (1Cor 2,9). “A vida inteira do cristão é um santo desejo”, diz Santo Agostinho († 430). E continua: “O que desejas, ainda não vês. Mas pela força do desejo, adquires a capacidade de – ao chegar o que deves contemplar – seres saciado[8]. Ainda aqui, peregrinando nesta terra, não obstante tuas fragilidades e pecados, teu desejo te eleva até o Céu, pois, como disse Jesus, “onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6,21). Nesse sentido escreveu São Bernardo de Claraval († 1153): “Mesmo sem a presença corporal, encontro-me onde está meu desejo, meu espírito e meu amor, que é a parte mais rica e nobre de mim mesmo”[9]. Da mesma forma, bem antes dele, o Papa São Gregório Magno († 604) ensinou em uma homilia: “Quem deseja a Deus com toda a alma certamente já possui Aquele que ama. Ninguém poderia amar a Deus se não tivesse em si Aquele que ama”[10]. E ainda o Beato Dom Columba Marmion, abade beneditino († 1923): “Jesus Cristo dá-se na medida do desejo que temos de O receber; e os desejos aumentam a capacidade da alma que os exprime”[11].

Anelando o Céu, porventura deves, então, negligenciar as realidades materiais e temporais, desinteressar-te da cooperação na construção de um mundo melhor, desprezar “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje”[12]? Não, certamente, porque isso seria uma negação da encarnação e do amor fraterno, características essenciais e irrenunciáveis do cristianismo. “Buscar as coisas do alto, não as da terra”, não significa desdenhar o universo criado nem as responsabilidades sociais, mas, sim, recusar atribuir ao transitório um valor absoluto e final. Sem dúvida alguma Nosso Senhor Jesus Cristo está na glória celeste, mas, pelo Espírito Santo, continua caminhando conosco nesta terra, que Ele dignificou com Sua presença corporal e divina, na história – ou seja, a Igreja está com Cristo no Céu, mas, do mesmo modo, Cristo está com a Igreja na terra. Pela sagrada Liturgia já estás sacramentalmente com Ele na eternidade, mas, simultaneamente, Ele é o verdadeiro maná que te sustenta – com toda a Igreja militante – em tuas fadigas de peregrino, até que chegues em plenitude à pátria definitiva. Além disso, “em sacramento”, Jesus está presente na comunidade de fé e em cada irmão e irmã, individualmente, pois, como Ele próprio afirmou, “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles” (Mt 18,20), e “todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25,40).

“Somos cidadãos do céu” (Fl 3,20), mas, por outro lado, estamos aqui agora, nesta terra, que, embora boa em si mesma, foi subjugada pelo demônio: “Nós sabemos que somos de Deus, ao passo que o mundo inteiro está sob o poder do Maligno” (1Jo 5,19). No tempo, há um entrelaçamento entre o que passa e o que não passa, o fugaz e o eterno, a cidade de Deus e a cidade do mundo, conforme Santo Agostinho: “Dois amores fundaram, pois, duas cidades, a saber: o amor próprio, levado ao desprezo de Deus, a terrena; o amor a Deus, levado ao desprezo de si próprio, a celestial”[13]. Teu máximo ideal é a pátria definitiva, a Jerusalém do alto, mas, estando ainda neste mundo, teu ideal deve ser o de obter a condição necessária para lá chegar – em outras palavras, há para ti um fim último a ser atingido – o Céu – e um fim imediato para lograr esse fim. E qual é esse fim imediato, condição indispensável para a eterna visão de Deus? O próprio Jesus o declara, proclamando bem-aventurado – feliz – quem o alcança: “Felizes os puros no coração, porque verão a Deus” (Mt 5,8). O coração puro, limpo, nada mais é do que a caridade perfeita, isto é, a santidade. Tal é a doutrina de um grande mestre espiritual, São João Cassiano († c. 435), ao apresentar a conferência de um monge do deserto egípcio, o Abade Moisés, que distingue o escopo (finalidade específica) e o télos (fim último)[14]. Diz ele que “a perfeição não se alcança de imediato, pela simples nudez e renúncia às riquezas e honrarias, se concomitantemente não praticamos a caridade, cujos diversos aspectos foram descritos pelo Apóstolo (cf. 1Cor 13). Ora é nessa caridade que consiste a pureza de coração”[15].

Teu ideal último – teu télos – é o Céu, más lá só entram santos, não pecadores. É preciso que te revistas da veste nupcial (a santidade de Cristo) para ingressares no salão do banquete do Reino (cf. Mt 22,11-14). O Purgatório foi estabelecido pela misericórdia divina justamente para completar após a morte a obra da santificação dos eleitos, quando esta não for concluída durante a vida mortal, e “dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” (Mt 5,26). Donde a necessidade imperiosa da conversão, da plena identificação com Jesus Cristo, da união mística com Ele: “revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não atendais aos desejos e paixões da vida carnal” (Rm 13,14). Teu escopo, portanto, é o de seres santo: “Como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos, também vós, em todo o vosso proceder. Pois está na Escritura: ‘Sereis santos porque eu sou santo’” (1Pd 1,15-16; cf. Lv 19,2). Lembra-te que a santidade é, antes de tudo, um dom divino, não o resultado do labor humano, pois só Deus é Santo e fonte de toda santidade. Pela ação do Espírito Santo és divinizado! Tal santidade já te foi outorgada gratuitamente no batismo, como também nos demais sacramentos. Sob esse aspecto, teu escopo já foi atingido. Contudo, pelo pecado, pelo mau uso de tua liberdade, és capaz de expulsar o Santo que em ti habita – daí o mandamento do Apóstolo: “Não apagueis o Espírito” (1Ts 5,19), e ainda: “exortamo-vos a não receberdes em vão a graça de Deus” (2Cor 1,6). Consequentemente, um sério esforço é, sim, absolutamente necessário: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita. Pois eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão” (Lc 13,24). Sempre com o imprescindível sustendo da graça, teu empenho consistirá em atualizar teu batismo, em conservar (não em adquirir) a santidade, que já te foi concedida. Farás isso pela oração incessante: “Orai continuamente” (1Ts 5,17), pelas práticas ascéticas voltadas ao domínio das paixões desordenadas: “Precisais deixar a vossa antiga maneira de viver, e despojar-vos do homem velho, que vai se corrompendo ao sabor das paixões enganadoras. Precisais renovar-vos, pela transformação espiritual de vossa mente, e vestir-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, na verdadeira justiça e santidade” (Ef 4,22-24), e pelo exercício da caridade de Cristo que está em ti: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo 15,12); “Nisto reconhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).

Há um lugar específico na Igreja para a tua santificação, que desde toda a eternidade o próprio Deus escolheu para ti: o matrimônio cristão, a vida consagrada, a vida monástica, o sacerdócio ministerial… Para alcançares teu escopo de santidade deves perseverar fiel e fervorosamente em tua vocação – de que serviria progredires dez, quinze ou cinquenta anos e, depois disso, desistires de teu propósito? Recorda-te das severas palavras de Jesus: “Quem põe a mão no arado e olha para trás, não está apto para o Reino de Deus” (Lc 9,62); “É pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida” (Lc 21,19). São Doroteu de Gaza (século VI) relata a esse respeito um apoftegma (“sentença”) de um Padre do Deserto: “Se não progredimos, dizem os Pais, é porque ignoramos nossos limites, não temos perseverança nas obras que empreendemos e desejamos adquirir a virtude sem esforço”[16]. Explica também Santa Catarina de Sena († 1380): “Quem não persevera, jamais realiza seus desejos, levando a termo o que começou. Sem perseverança, nada se faz; a força de vontade no cumprimento de um ideal supõe essa virtude”[17]. Perseverar é custoso, pois impõe sacrifícios pessoais e um desprendimento generoso, mas, como exorta Nosso Pai São Bento († 547), “não fujas logo, tomado de pavor, do caminho da salvação, que nunca se abre senão por estreito início”[18]. Convém ainda recordar que a negligência e o relaxamento fazem qualquer ideal definhar e morrer. Nos dias que correm, em uma cultura impregnada de subjetivismo (e de seu inseparável companheiro, o egoísmo), a perseverança foi tranquilamente substituída por pseudojustificativas de cunho psicológico e pelo descartável. Prepara-te, então, para duras batalhas porque, almejando um dia fazeres parte da Igreja triunfante, no Céu, ainda estás neste mundo, com toda a Igreja militante. “Chama-se militante, porque move uma guerra sem tréguas aos mais assanhados inimigos: o mundo, a carne e o diabo”[19]. Esses três ardilosos inimigos tudo farão para desviar-te de teu escopo, para que nunca obtenhas o teu télos. Mas não desanimes! “Para isso é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo” (1Jo 3,8). Não combates sozinho: estás unido a Cristo, que, já vitorioso, vai à frente de toda a Sua milícia, garantindo: “No mundo tereis aflições. Mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33). Contas ainda com a intercessão poderosa dos anjos e dos santos, especialmente com a maternal proteção da Virgem Santíssima, aquela que, mais do que ninguém, buscou as coisas do alto, onde já se encontra, gloriosa, em corpo e alma, ao lado de seu divino Filho. É teu ideal que te elevará até lá! Nunca o rebaixes nem o percas de vista!



[1] A Escada do Paraíso 13,10.

[2] Tratado do amor de Deus 12,3 (tradução do Padre Augusto Durão Alves).

[3] A Dança do Universo: dos mitos de Criação ao Big-Bang, Companhia das Letras, São Paulo, p. 397. Gleiser foi o ganhador do Prêmio Templeton de 2019, que é concedido a pessoas que contribuíram para a “dimensão espiritual da vida”. A primeira ganhadora deste Prêmio, em 1973, foi Santa Teresa de Calcutá. O monge beneditino húngaro Stanley Jaki († 2009), físico e teólogo, foi o vencedor do ano 1987.

[4] Sermão 74, o segundo na Ascensão do Senhor (tradução das monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Maria, São Paulo).

[5] Sermão 73, o primeiro na Ascensão do Senhor (tradução cit.).

[6] Cf. Concílio Vaticano II, Constituição Sacrosanctum Concilium 10.

[7] Idem, 8.

[8] Tratados sobre a Primeira Epístola de São João 4,6 (tradução de Ir. Nair de Assis Oliveira, CSA).

[9] Carta 53.

[10] Homilias sobre o Evangelho 30,1.

[11] Jesus Cristo nos seus mistérios, Pax, Braga, 1937, p. 138.

[12] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral Gaudium et Spes” 1.

[13] A cidade de Deus 14,28 (tradução de Oscar Paes Leme).

[14] Cf. Colações 1,2.

[15] Colações 1,6 (tradução de Aída Batista do Val).

[16] Ensinamentos espirituais 13,141 (tradução das monjas beneditinas do Mosteiro da Santa Cruz, Juiz de Fora).

[17] Diálogo 49 (tradução de João Alves Basílio).

[18] Regra de São Bento, Prólogo 48.

[19] Catecismo Romano (“Catecismo do Concílio de Trento”), 9º Artigo, 5,2 (tradução de Frei Leopoldo Pires Martins, OFM).